Em sua conta no Twitter, a presidente Dilma Rousseff comentou a convocação de Felipão para a Copa do Mundo, incentivando os brasileiros a torcerem pelo "sonho do hexa", mas acabou criticada por seus seguidores. A presidente, que também publicou um vídeo com imagens da seleção, exaltou a liderança de Neymar no grupo de Felipão.
Na sequência, ela ainda tuitou todos os nomes dos jogadores convocados por posição, sempre usando a hashtag do slogan do governo para o Mundial #CopadasCopas. Ao falar o nome dos goleiros, ela exaltou Victor, goleiro do seu time do coração: "Victor do meu Atlético". Sobre os atacantes, ela lembrou da responsabilidade de decidir a partida: "E no ataque, p/ garantir a alegria do gol , @fredgol9, @HulkGivanildo_V, @b_10duarte e Jô! e Jô! #VaiBrasil #CopadasCopas".
As principais críticas vieram nos tuítes sobre a organização do Mundial, nos quais Dilma lembrou do amor que o brasileiro tem pelo futebol e falou em orgulho por organizar a Copa. "Amamos o futebol e estamos orgulhosos de organizar esta #CopadasCopas. Por isso, todos os que vierem ao Brasil serão bem recebidos e conhecerão um país multicultural, de gente feliz e batalhadora #Vai Brasil", escreveu ela.
A presidente, porém, acabou duramente criticada por seus seguidores, que a mandaram "voltar ao trabalho" e lembraram das questões estruturais do país como saúde e educação.
O perfil oficial da presidente Dilma no twitter conta com mais de 2 milhões de seguidores. Uma grande parte é formada por robôs. São perfis falsos, sem fotos e sem atividade no microblog. Outra característica desses usuários é o número de seguidores, normalmente seguem muitos perfis e não possuem muitos seguidores.
Além de Dilma, perfis falsos seguem outros líderes da esquerda na América Latina.
De 250 perfis analisados, pelo menos 69 são perfis falsos. Veja a lista de alguns dos seguidores robôs de Dilma:
Em seu perfil oficial do facebook, Dilma deu uma prova que, além de incompetente, não tem senso de humor. Em troca, foi trollada por centenas de internautas. Confira alguns dos comentários e divirta-se:
- Relaxa Dilminha, além de incompetente você não tem senso de humor?
- Esses adolescentes revoltadinhos de internet viu...
- [Comentário removido pelo Governo Brasileiro, Pois foi considerado ofensivo, Conforme determina o Marco Civil da Internet.]
- Governo iMundo do PT mensaleiro tem mais é que ... [Comentário removido pelo Governo Brasileiro, pois foi considerado ofensivo, conforme determina o Marco Civil da Internet.]
- Discordo, pois [Comentário removido pelo governo brasileiro, pois foi considerado ofensivo, conforme determina o Marco Civil da Internet]
Enquanto muitos
futuros candidatos traçam suas estratégias para as eleições deste ano,
aproximam-se dos eleitores e mostram seus projetos, a presidente Dilma se
apropria de abordagens oportunistas.
Na reportagem da Revista Exame.com do
dia 05 de fevereiro de 2014, foi debatido o futuro do perfil fake Dilma Bolada
criado no Facebook por Jeferson Monteiro. Começou como uma simples brincadeira
e ganhou tantos fãs, que até a própria presidente quis conhecê-lo. Até aí, tudo
bem, no entanto, hoje o perfil tem mais fãs que a própria presidente e utiliza
do humor para satirizar adversários às portas da eleição.
Por trás de um perfil fake e forçosamente engraçado, Dilma
Bolada não está preocupada apenas com audiência no Facebook. As piadas e
comentários escondem um viés de campanha antecipada baseada em deturpar
informações dos adversários, tratar de forma amena os erros da presidente e melhorar
sua imagem. No entanto, este sucesso do perfil fake pode ser interpretado de
outra forma: Dilma é tão desinteressante nas redes sociais que até um fake
angaria mais fãs.
Enquanto isso, Dilma Bolada representa muito bem a real
Dilma Dissimulada. Quem será que paga para o criador Jeferson Monteiro
continuar com suas piadas? Será que é apenas uma brincadeira? Caso não seja
apenas uma brincadeira, fica clara que a estratégia de Dilma para as eleições
de 2014 será uma verdadeira piada.
Luiz Inácio Lula da Silva é o maior ator do Brasil, e não é de hoje que lhe reconheço essa qualidade, entre outras. E, destaco, ele vai melhorando com o tempo, conferindo sempre mais verossimilhança à sua fala. Por mais avesso que a gente seja ao PT e à sua pregação, há a tentação de considerar que Lula está sendo sincero.
O chefão do PT gravou um vídeo que foi postado em sua página no Facebook e está no YouTube. Lula fala sobre o papel da Internet na educação política. Quase não há reparos a fazer a seu texto, exceção feita à parte final, quando comenta o papel da imprensa. Ele e o PT ainda não entenderam qual é a função do jornalismo. Mas não chega a ser, nesse caso, um pecado mortal. Péssimas são as tentativas dos petistas de censurar a imprensa, mas isso não está caracterizado nesse vídeo. Vejam.
Destaco trechos de sua fala. Volto em seguida: “Eu sou favorável a responsabilizar as pessoas que usam a Internet porque eu tenho liberdade de pegar uma estrada e fazer uma viagem com minha família, mas se eu for irresponsável, eu posso matar alguém ou posso morrer.”
“Quanto mais a gente trabalhar no sentido de falar coisas positivas, mesmo quando você critica, criticar com fundamento, e não ficar fazendo o jogo rasteiro da calúnia ou do baixo nível… Quando você calunia, você não politiza, você não ensina, você não produz um fruto.”
“Eu acho que a internet é uma árvore que pode produzir frutos novos todo santo dia se a gente tiver, ao sentar na frente de um computador, interesse de que alguém aprenda algo mais nesse país ou nesse mundo.”
“Eu, sempre que puder utilizar a Internet para passar uma mensagem que seja uma coisa positiva, uma coisa verdadeira, eu utilizarei. Jamais usarei a Internet para fazer uma calúnia contra quem quer que seja.”
Retomo O vídeo vem a público dois dias depois de o PT anunciar que vai se articular com os movimentos sociais para… pautar a Internet e, como eles dizem, enfrentar os conservadores. Notem: a concepção é autoritária desde a origem, desde o princípio. Os movimentos sociais, por definição, não deveriam ter partido, certo? O que une aquelas pessoas, até onde se sabe, não é um partido, mas uma reivindicação.
Há mais: os petistas já criaram um grupo chamado “MAV” — Mobilização de Ambientes Virtuais. Como já afirmei aqui, trata-se de uma espécie de polícia política da Internet. Essa gente fica monitorando as redes sociais para “combater” seus adversários. Também invade as páginas pessoais de algumas pessoas conhecidas para patrulhar a sua opinião, desqualificá-las no caso de alguma discordância, intimidá-las. Sei do que falo porque a área de comentários deste blog enfrenta essa forma de assédio.
Ainda não é a pior parte. Todo mundo sabe que, por meio de publicidade da administração direta e de estatais, os petistas mantêm uma rede de blogs — que acabou ficando conhecida como “blogs sujos” — que têm como tarefa principal atacar figuras da oposição e a imprensa independente, além, claro!, de defender o governo.
E onde ficam esses limites de que fala Lula? Ora… Trata-se de um espetáculo grotesco de baixarias, vigarices, mentiras. Não faz tempo, um dos blogs da turma associou a imagem do ministro Joaquim Barbosa à de um macaco. LULA, PESSOALMENTE, TENTOU JOGAR NO COLO DA OPOSIÇÃO A COCAÍNA APREENDIDA NO HELICÓPTERO de um deputado e de um senador. Imediatamente a rede suja passou a replicar a baixaria, embora a Polícia Federal tivesse descartado o envolvimento dos próprios políticos com a droga. Isso tudo está documentado.
Quando, no entanto, a gente vê e ouve Lula no vídeo, é grande a tentação de considerá-lo uma espécie de líder moral, a dizer coisas sensatas. A campanha vem aí. E teremos, mais uma vez, a chance de ver do que são capazes.
Imprensa Sobre a imprensa propriamente, Lula afirmou: “Não é que eu quero que todo mundo fale bem do governo; a mensagem é que eu quero que todo mundo seja verdadeiro, seja para criticar, seja para apoiar o governo.”
“Está acontecendo muita coisa boa nesse país. Eu, às vezes, fico triste porque eu vejo televisão; começa de manhã, seis e quinze da manhã, eu estou vendo televisão, o cara já fala assalto não sei onde, morte não sei onde, batida não sei onde, eu fico pensando: ‘Será que não nasceu uma criança hoje no Brasil; será que ninguém foi bem atendido em algum lugar; será que não uma coisa boa pra gente mostrar sempre os dois lados da moeda’?.”
Vamos ver Trata-se de um apanhado de bobagens. Pra começo de conversa, existem mais instâncias de opinião que não as favoráveis e as críticas ao governo. Essa fala de Lula traduz a sua mentalidade estatizante, governo-dependente, própria de um partido que aparelhou o estado.
De resto, sempre que a imprensa tem uma “boa notícia”, esta merece o devido destaque. Lula não sabe, ou finge não saber, que a imprensa é um dos instrumentos de que dispõe a sociedade para apontar o que não vai bem, para tentar corrigir problemas, daí sua aparente inclinação para a má notícia.
Eu proponho outra questão a este senhor: que tal se a propaganda oficial do governo começar a revelar também os problemas para mostrar os dois lados? Que tal se isso fosse feito inclusive nos pronunciamentos oficiais? Assim, nesta quarta, em vez de apenas cantar as suas supostas glórias, o ministro Alexandre Padilha teria se desculpado pelos 41 mil leitos do SUS que desapareceram entre 2005 e 2012.
Fonte: Folha de S.Paulo É intolerável a situação que vivemos em anos eleitorais, marcados por uma degradante agressão verbal contra candidatos e lideranças políticas. Não bastassem a indústria dos dossiês, as notinhas maldosas nos jornais e as "reportagens" encomendadas para expor fraquezas reais ou inventadas, temos agora a guerrilha virtual que cria territórios inóspitos na internet. Calúnia, difamação, injúria e ofensas formam uma espécie de enxurrada que arrasta o Brasil para o atraso onde prosperam várias modalidades de protofascismo.
Todos sabemos quem são os responsáveis por essa guerra. Eles estão na direção dos partidos mais poderosos, cujos militantes, geralmente remunerados, seguem sua pauta e comando no ataque aos alvos definidos. E chamam isso de tática e estratégia numa disputa supostamente ideológica entre esquerda e direita.
No final, todos perdem. O Brasil é derrotado. Quando as multidões foram às ruas no ano passado disseram claramente: essa política não nos representa. Na verdade, os que a fazem não representam nem a si mesmos. Não adianta ficarmos dois ou três anos nos tratando com cortesia diante das câmeras e preparando novos ataques para o período eleitoral.
Também sobre isso o Brasil necessita de um acordo, um pacto de não agressão. Críticas e divergências expostas com firmeza e veemência ajudam. Ninguém precisa ficar melindrado, o debate é próprio da democracia. Mas a linguagem chula dos desaforos anônimos ou "fakes" não devem ser estimulados nem acobertados. Assumimos um compromisso assim em 2010 e o levamos a cabo durante toda a campanha, insistindo que era um debate, não um embate. Por isso sei que é possível.
As cenas de violência que vemos nos presídios e nas ruas, o drama de milhões de pessoas nas enchentes, o caos do transporte urbano, tudo isso nos mostra a realidade e a urgência da crise civilizatória e deveria ser suficiente para nos dar um mínimo de consciência. Quem sabe, até um novo sentimento que, como ouvi do psicanalista Ricardo Goldenberg, tenha menos culpa e mais vergonha.
Ainda há tempo para o entendimento. A primeira condição é que os dirigentes assumam a responsabilidade, que de fato têm, sobre a ação de seus companheiros. A segunda é de que a decisão de manter o bom nível seja incondicional, nada de "responder na mesma altura", quer dizer, na mesma baixeza. O foco deve estar nas ideias e propostas.
Lembro de antigas campanhas, com Lula e o PT enfrentando calúnias e preconceitos em boatos, panfletos apócrifos e pichações nos muros. No Acre, pelos idos dos anos 90, criamos uma "campanha de limpeza da campanha" para combater a baixaria. Precisamos de uma assim, no Brasil.
Muy amigos O Planalto fez um pente-fino e identificou 115 perfis falsos de Dilma Rousseff nas redes, entre sites, blogs e contas no Twitter. A maioria foi considerada negativa para a campanha da presidente à reeleição. Por bem ou... A ideia é evitar que falsas Dilmas defendam causas como a anistia aos mensaleiros. Os responsáveis serão instados a deixar claro que os perfis não são oficiais. Em casos mais graves, a Advocacia-Geral da União tentará tirá-los do ar.
Parece que os fãs do ator do Multi
Show, Paulo Gustavo, não gostaram muito de seu apoio velado prestado a
presidente Dilma na última segunda feira, 21.
Após publicar uma foto onde abraçava a presidente, seus fãs do Facebook publicaram mais de 1.000 comentários onde prevaleceu o sentimento de descontentamento.
O internauta Rafael Barbosa postou: "abraçando esse cêncer , perdeu 1 ponto cmg ." e logo recebeu mais de 230 likes.
Já o internauta Raul Franco parafraseou o cantor Renato Russo e ganhou mais de 50 likes com a frase: "O Paulo Gustavo foi a Brasília pra falar pra presidenta para ajudar toda essa gente que só faz sofrer! E ela riu!"
A situação ficou tão fora de controle que no outro dia pela manhã a assessoria do ator publicou uma nota informando que o motivo do encontro era para que o ator fosse parabenizado pela presidente e não para formalizar apoio.
Internautas utilizaram o Twitter para demonstrar insatisfação com presidente Dilma.
No dia 03 de outubro, por mais de três horas, a hashtag #BrasilDemitaDilma esteve entre os 10 primeiros top trends do Twitter, chegando mesmo a ficar um bom tempo em primeiro lugar.
O tuitaço foi uma resposta espontânea dos usuários a todas as bravatas hipócritas e eleitoreiras lançadas por Dilma, na ONU e no Twitter, que segue surda, cega e muda à realidade das ruas.
Comportando-se como uma autista, a Rainha Louca do PT, como ficou conhecida na Rede, ignora os protestos no Brasil, contra as mazelas de seu governo, que são violenta e sistematicamente reprimidos pelas forças repressivas da quadrilha assentada no Poder.
Fracassadas as tentativas de censurar o protesto virtual na Rede, através de falsos perfis disseminadores de vírus, restou à Maria Antonieta do Planalto pedir ajuda ao Pai do Mensalão do PT, o ex-presidente Lula, que prometeu tomar "uma providência"