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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Dilma Bolada ou Dilma Dissimulada? Como um perfil fake atraiu tantos fãs por meio de ataques à oposição vestidos de humor

Enquanto muitos futuros candidatos traçam suas estratégias para as eleições deste ano, aproximam-se dos eleitores e mostram seus projetos, a presidente Dilma se apropria de abordagens oportunistas.

Na reportagem da Revista Exame.com do dia 05 de fevereiro de 2014, foi debatido o futuro do perfil fake Dilma Bolada criado no Facebook por Jeferson Monteiro. Começou como uma simples brincadeira e ganhou tantos fãs, que até a própria presidente quis conhecê-lo. Até aí, tudo bem, no entanto, hoje o perfil tem mais fãs que a própria presidente e utiliza do humor para satirizar adversários às portas da eleição.

Por trás de um perfil fake e forçosamente engraçado, Dilma Bolada não está preocupada apenas com audiência no Facebook. As piadas e comentários escondem um viés de campanha antecipada baseada em deturpar informações dos adversários, tratar de forma amena os erros da presidente e melhorar sua imagem. No entanto, este sucesso do perfil fake pode ser interpretado de outra forma: Dilma é tão desinteressante nas redes sociais que até um fake angaria mais fãs.

Enquanto isso, Dilma Bolada representa muito bem a real Dilma Dissimulada. Quem será que paga para o criador Jeferson Monteiro continuar com suas piadas? Será que é apenas uma brincadeira? Caso não seja apenas uma brincadeira, fica clara que a estratégia de Dilma para as eleições de 2014 será uma verdadeira piada.

Quer entender melhor, veja esse vídeo:







Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/perfil-dilma-bolada-pode-sair-do-ar-durante-campanha-eleitor

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Marina Silva critica censura na internet feita pelo PT - O Brasil precisa mudar

Fonte: Folha de S.Paulo

É intolerável a situação que vivemos em anos eleitorais, marcados por uma degradante agressão verbal contra candidatos e lideranças políticas. Não bastassem a indústria dos dossiês, as notinhas maldosas nos jornais e as "reportagens" encomendadas para expor fraquezas reais ou inventadas, temos agora a guerrilha virtual que cria territórios inóspitos na internet. Calúnia, difamação, injúria e ofensas formam uma espécie de enxurrada que arrasta o Brasil para o atraso onde prosperam várias modalidades de protofascismo.

Todos sabemos quem são os responsáveis por essa guerra. Eles estão na direção dos partidos mais poderosos, cujos militantes, geralmente remunerados, seguem sua pauta e comando no ataque aos alvos definidos. E chamam isso de tática e estratégia numa disputa supostamente ideológica entre esquerda e direita.

No final, todos perdem. O Brasil é derrotado. Quando as multidões foram às ruas no ano passado disseram claramente: essa política não nos representa. Na verdade, os que a fazem não representam nem a si mesmos. Não adianta ficarmos dois ou três anos nos tratando com cortesia diante das câmeras e preparando novos ataques para o período eleitoral.

Também sobre isso o Brasil necessita de um acordo, um pacto de não agressão. Críticas e divergências expostas com firmeza e veemência ajudam. Ninguém precisa ficar melindrado, o debate é próprio da democracia. Mas a linguagem chula dos desaforos anônimos ou "fakes" não devem ser estimulados nem acobertados. Assumimos um compromisso assim em 2010 e o levamos a cabo durante toda a campanha, insistindo que era um debate, não um embate. Por isso sei que é possível.

As cenas de violência que vemos nos presídios e nas ruas, o drama de milhões de pessoas nas enchentes, o caos do transporte urbano, tudo isso nos mostra a realidade e a urgência da crise civilizatória e deveria ser suficiente para nos dar um mínimo de consciência. Quem sabe, até um novo sentimento que, como ouvi do psicanalista Ricardo Goldenberg, tenha menos culpa e mais vergonha.

Ainda há tempo para o entendimento. A primeira condição é que os dirigentes assumam a responsabilidade, que de fato têm, sobre a ação de seus companheiros. A segunda é de que a decisão de manter o bom nível seja incondicional, nada de "responder na mesma altura", quer dizer, na mesma baixeza. O foco deve estar nas ideias e propostas.

Lembro de antigas campanhas, com Lula e o PT enfrentando calúnias e preconceitos em boatos, panfletos apócrifos e pichações nos muros. No Acre, pelos idos dos anos 90, criamos uma "campanha de limpeza da campanha" para combater a baixaria. Precisamos de uma assim, no Brasil.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

PT censura e vai apagar perfis na internet




Muy amigos O Planalto fez um pente-fino e identificou 115 perfis falsos de Dilma Rousseff nas redes, entre sites, blogs e contas no Twitter. A maioria foi considerada negativa para a campanha da presidente à reeleição.

Por bem ou... A ideia é evitar que falsas Dilmas defendam causas como a anistia aos mensaleiros. Os responsáveis serão instados a deixar claro que os perfis não são oficiais. Em casos mais graves, a Advocacia-Geral da União tentará tirá-los do ar.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

MAV - A Militância em Ambientes Virtuais inventada pelo PT

Fonte: Folha de S.Paulo


Você sabe o que é MAV? 

Inventada no 4º Congresso do PT, em 2011, a sigla significa Militância em Ambientes Virtuais. São núcleos de militantes treinados para operar na internet, em publicações e redes sociais, segundo orientações partidárias. A ordem é fabricar correntes volumosas de opinião articuladas em torno dos assuntos do momento. 

Um centro político define pautas, escolhe alvos e escreve uma coleção de frases básicas. Os militantes as difundem, com variações pequenas, multiplicando suas vozes pela produção em massa de pseudônimos. No fim do arco-íris, um Pensador Coletivo fala a mesma coisa em todos os lugares, fazendo-se passar por multidões de indivíduos anônimos. Você pode não saber o que é MAV, mas ele conversa com você todos os dias.

O Pensador Coletivo se preocupa imensamente com a crítica ao governo. Os sistemas políticos pluralistas estão sustentados pelo elogio da dissonância: a crítica é benéfica para o governo porque descortina problemas que não seriam enxergados num regime monolítico. 

O Pensador Coletivo não concorda com esse princípio democrático: seu imperativo é rebater a crítica imediatamente, evitando que o vírus da dúvida se espalhe pelo tecido social. Uma tática preferencial é acusar o crítico de estar a serviço de interesses de malévolos terceiros: um partido adversário, "a mídia", "a burguesia", os EUA ou tudo isso junto. É que, por sua própria natureza, o Pensador Coletivo não crê na hipótese de existência da opinião individual.

O Pensador Coletivo abomina argumentos específicos. Seu centro político não tem tempo para refletir sobre textos críticos e formular réplicas substanciais. Os militantes difusores não têm a sofisticação intelectual indispensável para refrasear sentenças complexas. Você está diante do Pensador Coletivo quando se depara com fórmulas genéricas exibidas como refutações de argumentos específicos. O uso dos termos "elitista", "preconceituoso" e "privatizante", assim como suas variantes, é um forte indício de que seu interlocutor não é um indivíduo, mas o Pensador Coletivo.

O Pensador Coletivo interpreta o debate público como uma guerra. "A guerra de guerrilha na internet é a informação e a contrainformação", explica o deputado André Vargas, um chefe do MAV. No seu mundo ideal, os dissidentes seriam enxotados da praça pública. Como, no mundo real, eles circulam por aí, a alternativa é pregar-lhes o rótulo de "inimigos do povo". Você provavelmente conversa com o Pensador Coletivo quando, no lugar de uma resposta argumentada, encontra qualificativos desairosos dirigidos contra o autor de uma crítica cujo conteúdo é ignorado. "Direitista", "reacionário" e "racista" são as ofensas do manual, mas existem outras. Um expediente comum é adicionar ao impropério a acusação de que o crítico "dissemina o ódio".

O Pensador Coletivo é uma máquina política regida pela lógica da eficiência, não pela ética do intercâmbio de ideias. Por isso, ele nunca se deixa intimidar pela exigência de consistência argumentativa. Suzana Singer seguiu a cartilha do Pensador Coletivo ao rotular o colunista Reinaldo Azevedo como um "rottweiler feroz" para, na sequência, solicitar candidamente um "bom nível de conversa". Nesse passo, trocou a função de ombudsman da Folha pela de Censora de Opinião. Contudo, ela não pertence ao MAV. Os procedimentos do Pensador Coletivo estão disponíveis nas latas de lixo de nossa vida pública: mimetizá-los é, apenas, uma questão de gosto.


Existem similares ao MAV em outros partidos? O conceito do Pensador Coletivo ajusta-se melhor às correntes políticas que se acreditam possuidoras da chave da porta do Futuro. Mas, na era da internet, e na hora de uma campanha eleitoral, o invento será copiado. Pense nisso pelo lado bom: identificar robôs de opinião é um joguinho que tem a sua graça.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

PT Nacional no desespero cria falsos militantes cibernéticos

Fonte: Lintomass


O que acontece com o PT? Mais perdido do que cego no tiroteio?


Na medida em que os candidatos do PT despencam nas pesquisas em todo o país,  e na medida em que o povão não sai das ruas e protesta pelo traçado de direita-populista tomado como rota final pelos gurus, LULA, PALOCCI, ZÉ DIRCEU, GENOINO, DELÚBIO, VALERIO-DUTO, GLEISI, DILMA IDELI, ETC. ETC. E MAIS ETC. o desespero toma conta dos equivocados dirigentes.
O que fazer então? Vamos criar falsos militantes cibernéticos e vamos prá cima dos adversário...”nem que a vaca tussa”.   E foi isto que o PT fez, mas quebrou a cara.  Fez falsos perfis na internet  para  desgastar os adversários, só que deu um “crepe” danado.  Desta feita o alvo da FARSA era o deputado federal do Paraná FRANCESCHINI.  O pior desta história nebulosa, é que este ataque ao FRANCESCHINI, tinha por finalidade defender o acusado de corrupção diversa,  o bonitão do governador do PT do Distrito Federal, sua excelência Mr. AGNELO QUEIROZ, cuja missão dos “cibernéticos”, pasmem,  tinha um adicional de divulgar elogios ao “belezoca”  do Agnelo e aos grandes feitos de seu governo... Pode? 
Deram com a língua nos dentes... Alguém  da falsa trincheira acabou denunciando a FARSA e mais uma vez o PT  MERGULHA  NO  DESGASTE POPULAR, e no desgaste soma mais e mais desgaste. A denúncia saiu na “detestada” (pelo PT)  revista Veja, confira aqui.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Dilma manda Twitter excluir perfil de humor da internet

Fonte: Implicante

Perfil de humor foi censurado após fazer comentários sobre leilão do Pré-Sal.

O Palácio do Planalto solicitou ao Twitter a retirada do ar de um perfil falso do Blog do Planalto que publicou uma série de notícias falsas sobre o leilão do Campo de Libra.

O responsável pela conta falsa publicou uma série de comentários sobre o leilão, que aconteceu na tarde desta segunda-feira.

“Não toleramos vândalos espanhóis, nem franceses no Leilão de Libra e por isso só os chineses estão no páreo. Negócio da China”, escreveu a cópia em uma das mensagens.

Para conseguir copiar o perfil original, o autor criou a conta @biogplanalto, utilizando o “i” maiúsculo para parecer uma letra “l” minúscula. As imagens de fundo eram cópias da original.

Vocês sabem quem mais utilizou o recurso do “i” maiúsculo no lugar do “l” para imitar um perfil oficial? Sim, ele mesmo, o Jeferson “Dilma Bolada” Monteiro (foto acima). Este governo só gosta de ‘fakes’ de humor se forem a favor.