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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Matérias da Folha Política são bloqueadas no Facebook


Mensagens de cuidado são exibidas pelo Facebook.


Desde o início de sua atuação na rede social Facebook, o Folha Politica teve problemas com bloqueios, exclusão de publicações, censura, exclusão de página, solicitação decaptcha a usuários para efetivação de compartilhamento, entre outros.
Vários leitores relataram recentemente que cada vez mais matérias estão sendo anunciadas como "maliciosas" pelo sistema do Facebook, o que insinua a presença de vírus ou conteúdo abusivo e bloqueia o acesso até que a leitura e a concordância sejam feitas.
Tais problemas decorrem, geralmente, de denúncias em massa perpetradas por militantes políticos virtuais e agências e grupos hackers pagos por políticos, com o objetivo de inviabilizar o site, desestruturá-lo e impedir que a informação alcance mais pessoas.
Por isso o site avisa aos leitores que não há qualquer risco em acessar seus artigos. O site fica hospedado no servidor do Google, o que inviabiliza o provimento de malwares e vírus em geral, além de contar com uma equipe de informática eficiente e diligente, de modo que não há o que temer nesse sentido.
Quer saber mais? Confere ai:  www.folhapolitica.org

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Dilma Bolada ou Dilma Dissimulada? Como um perfil fake atraiu tantos fãs por meio de ataques à oposição vestidos de humor

Enquanto muitos futuros candidatos traçam suas estratégias para as eleições deste ano, aproximam-se dos eleitores e mostram seus projetos, a presidente Dilma se apropria de abordagens oportunistas.

Na reportagem da Revista Exame.com do dia 05 de fevereiro de 2014, foi debatido o futuro do perfil fake Dilma Bolada criado no Facebook por Jeferson Monteiro. Começou como uma simples brincadeira e ganhou tantos fãs, que até a própria presidente quis conhecê-lo. Até aí, tudo bem, no entanto, hoje o perfil tem mais fãs que a própria presidente e utiliza do humor para satirizar adversários às portas da eleição.

Por trás de um perfil fake e forçosamente engraçado, Dilma Bolada não está preocupada apenas com audiência no Facebook. As piadas e comentários escondem um viés de campanha antecipada baseada em deturpar informações dos adversários, tratar de forma amena os erros da presidente e melhorar sua imagem. No entanto, este sucesso do perfil fake pode ser interpretado de outra forma: Dilma é tão desinteressante nas redes sociais que até um fake angaria mais fãs.

Enquanto isso, Dilma Bolada representa muito bem a real Dilma Dissimulada. Quem será que paga para o criador Jeferson Monteiro continuar com suas piadas? Será que é apenas uma brincadeira? Caso não seja apenas uma brincadeira, fica clara que a estratégia de Dilma para as eleições de 2014 será uma verdadeira piada.

Quer entender melhor, veja esse vídeo:







Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/perfil-dilma-bolada-pode-sair-do-ar-durante-campanha-eleitor

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Marina Silva critica censura na internet feita pelo PT - O Brasil precisa mudar

Fonte: Folha de S.Paulo

É intolerável a situação que vivemos em anos eleitorais, marcados por uma degradante agressão verbal contra candidatos e lideranças políticas. Não bastassem a indústria dos dossiês, as notinhas maldosas nos jornais e as "reportagens" encomendadas para expor fraquezas reais ou inventadas, temos agora a guerrilha virtual que cria territórios inóspitos na internet. Calúnia, difamação, injúria e ofensas formam uma espécie de enxurrada que arrasta o Brasil para o atraso onde prosperam várias modalidades de protofascismo.

Todos sabemos quem são os responsáveis por essa guerra. Eles estão na direção dos partidos mais poderosos, cujos militantes, geralmente remunerados, seguem sua pauta e comando no ataque aos alvos definidos. E chamam isso de tática e estratégia numa disputa supostamente ideológica entre esquerda e direita.

No final, todos perdem. O Brasil é derrotado. Quando as multidões foram às ruas no ano passado disseram claramente: essa política não nos representa. Na verdade, os que a fazem não representam nem a si mesmos. Não adianta ficarmos dois ou três anos nos tratando com cortesia diante das câmeras e preparando novos ataques para o período eleitoral.

Também sobre isso o Brasil necessita de um acordo, um pacto de não agressão. Críticas e divergências expostas com firmeza e veemência ajudam. Ninguém precisa ficar melindrado, o debate é próprio da democracia. Mas a linguagem chula dos desaforos anônimos ou "fakes" não devem ser estimulados nem acobertados. Assumimos um compromisso assim em 2010 e o levamos a cabo durante toda a campanha, insistindo que era um debate, não um embate. Por isso sei que é possível.

As cenas de violência que vemos nos presídios e nas ruas, o drama de milhões de pessoas nas enchentes, o caos do transporte urbano, tudo isso nos mostra a realidade e a urgência da crise civilizatória e deveria ser suficiente para nos dar um mínimo de consciência. Quem sabe, até um novo sentimento que, como ouvi do psicanalista Ricardo Goldenberg, tenha menos culpa e mais vergonha.

Ainda há tempo para o entendimento. A primeira condição é que os dirigentes assumam a responsabilidade, que de fato têm, sobre a ação de seus companheiros. A segunda é de que a decisão de manter o bom nível seja incondicional, nada de "responder na mesma altura", quer dizer, na mesma baixeza. O foco deve estar nas ideias e propostas.

Lembro de antigas campanhas, com Lula e o PT enfrentando calúnias e preconceitos em boatos, panfletos apócrifos e pichações nos muros. No Acre, pelos idos dos anos 90, criamos uma "campanha de limpeza da campanha" para combater a baixaria. Precisamos de uma assim, no Brasil.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Gleisi Hoffmann do PT processa jornalista para censurar problemas em sua gestão

Fonte: VEJA

A quase ex-ministra da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, vê sua candidatura ao governo do Paraná ainda empacada nas pesquisas.

Seu principal assessor, que deveria coordenar sua campanha, era Eduardo Gaievski, que está na cadeia acusado de estuprar menores.

Como sair desse círculo de horrores?

Gleisi optou pelo sistema mais simples: abriu processo contra o jornalista Ucho Haddad (clique aqui para acessar o blog), que revelou uma série de problemas em sua gestão.

E, utilizando o velho truque de tentar sufocar economicamente o jornalista, que publica seu blog em São Paulo, abriu o processo no Paraná, para obrigá-lo a enfrentar custos maiores.

É mais provável que a truculência da ministra dificulte sua tentativa de chegar ao governo.

E, claro, contribuirá para que os jornalistas não comprometidos continuem lembrando os estupros de seu assessor de confiança.

Quem sabe, com o tempo, ela descubra que é melhor deixar de recorrer à superioridade de poder político e econômico e enfrentar um debate limpo, em condições de igualdade?

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Blogueiros petistas, financiados pelo governo, reforçam o ódio e a violência contra a imprensa

Fonte: Portal Nacional


Brasil está entre os países mais perigosos para o exercício da profissão de jornalista

Relatório da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), mostra que, de outubro de 2012 a setembro deste ano, foram registrados 136 casos de ameaças, atentados e agressões, censura judicial e assassinatos contra jornalistas no exercício da profissão. Um crescimento de 172% em relação aos 50 casos verificados nos 12 meses encerrados em setembro de 2012.

Para Diego Ecosteguy, editor da revista Época e comentarista da rádio CBN, os números da Abert refletem a violência que existe em nosso cotidiano, assim como a fragilidade do valor da liberdade de expressão no país. Para Ecosteguy, esses dois fatores ganham nova dimensão com o discurso de blogueiros petistas: “O ódio a imprensa, que permeia o discurso de blogueiros petistas e é replicado por black blocs na internet e nas ruas, demonstram esses dois traços. Então a gritaria histérica contra a imprensa profissional acaba estimulando um ambiente de intimidação dos jornalistas, que toma forma e violência nas ruas”.

O Brasil está entre os países mais perigosos para o exercício da profissão de jornalista, que lida com a questão social da violência, com a política de coronéis no interior do país e agora com o novo fenômeno de incitamento feito pela internet. “Esse ambiente de ódio que é incitado de forma proposital por blogueiros financiados pelo governo na internet, cria um ambiente muito ruim para o exercício da profissão”, afirma o comentarista da CBN.

O discurso do ódio na internet ficou evidente durante a visita da blogueira cubana Yoani Sánchez, que evidenciou que o PT incitava atos de violência contra jornalistas, sob o comando do presidente nacional do partido Rui Falcão e com as declarações do ministro Gilberto Carvalho, que avisava que o bicho vai pegar” e que a “violência está no ar”.

Nas manifestações, o que se via claramente era uma hostilidade declarada à cobertura feita pela imprensa, que era agredida tanto por policiais, quanto por manifestantes. Foi o caso do repórter da Globo News, Júlio Molica, que foi duplamente atingido durante as manifestações no Rio de Janeiro: pelo spray de pimenta da PM e por chutes de manifestantes, que tentavam expulsá-lo do local.

Ouça AQUI o comentário de Diego Ecosteguy sobre a violência contra os jornalistas.